Você já teve a oportunidade de ler ou apreciar alguma obra independente brasileira? Não? Então, venho hoje pedir para que reveja seus conceitos. Caso a resposta seja "sim", delicie-se com mais um projeto publicado sem as amarras e opiniões de editoras politicamente corretas.
sábado, 30 de julho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
O iluminado: o livro de Stephen King sobre um Hotel sombrio querendo se iluminar
Você já viu o filme "O iluminado" de Stanley Kubrick, lançado mundialmente em 1980? Provavelmente sim... Quem não conhece o famoso poster do longa-metragem com a cara do Jack Nicholson enfiada na greta de uma porta? Aquele famoso semblante insano que aparentemente só Jack Nicholson pode reproduzir... Pois bem, você sabia que este filme é baseado no romance de Stephen King, também intitulado "O iluminado" (The Shining, no original)? Hoje o Rotina Reversa mergulhará nesta obra de um dos maiores mestres do terror da atualidade.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Perdas e Danos. Um filme moralmente nojento e psicologicamente poético.
Interessante como existem obras que têm o poder de tornar poético, lírico e fascinante o que é moralmente proibido, para não dizer repugnante.
Esta é a simples, e também complexa, visão que tive logo após assistir este filme Perdas e Danos [em inglês, “Damage”], lançado no cinema em 1992, dirigido por Louis Malle, com roteiro de David Hare e Josephine Hart, tendo como intérpretes dos protagonistas, os atores Jeremy Irons (conhecido pela atuação nos filmes "O homem da Máscara de Ferro" e "Lolita") e Juliette Binoche (lembrada pelos papeis em "O morro dos ventos uivantes" e "O paciente inglês").
A história, apesar de parecer clichê, possui uma série de significados ocultos, se assim posso dizer. "Perdas e Danos" nos apresenta um modo diferente de se apaixonar, e de como transformar completamente as vidas daqueles que se entregam a esta louca emoção.
Neste momento, eu coloco o dedo na ferida, pois aqui justifico minha afirmação inicial sobre a existência de obras que têm o poder de tornar poético algo moralmente nojento.
sábado, 14 de maio de 2016
I'm here. Conheça uma das facetas sentimentais de Spike Jonze.

Aviso, desde já, que darei minha opinião sobre este curta-metragem e, para que tal análise não acabe por ser superficial demais, acabarei por dar alguns spoilers.
Então, considerando que o curta tem apenas 30 minutos de duração, recomendo que o leitor procure o mesmo e o veja antes de ler esta postagem. Se você já viu, tanto melhor, pois estou aqui para dar as boas-vindas ao blog com a análise de uma obra extremamente linda.
Nesta história, um robô simpático e melancólico nos mostrará como o sentimento pode brotar de qualquer lugar e fazer com que o amor, o sentimento de doação e completude pessoal podem nos fazer esquecer a aparência de lata e pensarmos somente num coração amoroso e delicado.
Sheldon é um excelente membro da sociedade. Exerce a função para qual foi projetado de maneira exemplar. Nunca reclama ou admite para si a monotonia de sua vida. Isto, nada poderia gerar senão uma profunda tristeza quanto sua própria vida, dor esta que Sheldon tentava abafar com sua simpatia e boa educação para com os demais, mas que, não por muito tempo, pode ser escondida de si mesmo.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Apresentação
Apesar de uma apresentação se mostrar um tanto delicada, acredito ser extremamente necessária no momento do nascimento do blog.
Minha intenção, inicialmente, é compartilhar minha visão sobre livros, filmes, música, jogos e qualquer outro tipo de entretenimento que me encantar e me inspirar a escrever, pois não há como negar minha eventual e incrível vontade de escrever sobre as percepções e influências que tive ao ler um livro, ou assistir a um filme, ou ouvir uma música e acompanhar o trabalho de uma banda, ou, então, obter um bom divertimento com um jogo em específico.
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